Análise de mercado

Livros de YouTubers não salvaram mercado como livros de colorir

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Nem Kefera, nem Rezendevil, nem Bel. Nada superou a febre dos livros de colorir em 2015. Além do preço médio do livro no Brasil ter subido para R$ 39,77, faturamento caiu e o mercado sentiu falta de um fenômeno editorial.

Em 2015, a febre dos livros de colorir vendidos como “antiestresse” liderou as listas de best-sellers, que literalmente salvaram o mercado. Entre eles, sucessos como “Jardim secreto” e “Floresta encantada”, ambos da Sextante.

Quando a brincadeira de colorir perdeu a graça, foi a vez do setor apostar as fichas nos YouTubers. Segundo Ismael Borges, gestor do  BookScan Brasil, em entrevista ao G1, “os YouTubers tiveram uma participação importante, mas não houve um pico. Foi um movimento flat no decorrer de 2016. Mas gerou bastante buzz, vide a Bienal de São Paulo. Os YouTubers mantiveram o mercado editorial em evidência. Em termos de faturamento, talvez isso não tenha sido o salvador da colheita.”

Não salvou a colheita mas segurou o mercado. Vale ressaltar que a lista de mais vendidos foi inundada durante o ano inteiro por livros de youtubers que, basicamente, só abriram espaço para os livros de padre, Jeff Kiney, O Pequeno Príncipe e adaptações cinematográficas.

Além disso, a moda ajudou a valorizar o mercado nacional. Principalmente porque além das legiões de fãs que esses ícones jovens atraem consigo, “o autor nacional se torna mais economicamente viável em momento de crise já que não necessitam de trâmites em dólar e viagens internacionais para negociar direitos autorais e de publicação no Brasil.”

De acordo com Borges, existe a expectativa quanto ao surgimento de um novo fenômeno editorial – “mas esse outro fenômeno não tem nome ainda”. “Claro que essas ondas são surpresas e embora as surpresas sejam sempre muito bem-vindas, o que o mercado quer é se recuperar sem a dependência disso”.

“Não pode ficar esperando que nasça um novo fenômeno para se recuperar, precisa ser um crescimento orgânico, saudável. Se a origem do problema é a econômica, a solução do problema poderia vir a ser econômica também. Então, tem uma expectativa positiva para 2017, pelo menos de estabilidade. E, para 2018, de retomada de crescimento. No mínimo.”

 

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